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"Os preparativos estão a correr muito bem, a expectativa está a aumentar. Estamos à espera deste pontapé de saída (a 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México), que se aproxima rapidamente, há já vários anos e chegou o momento de começar. Estamos prontos para abrir as nossas portas e receber o mundo (...) Mais de 6 milhões de adeptos nos estádios, dezenas de milhões em redor das 16 cidades-anfitriãs, em três países magníficos, e 6 mil milhões de pessoas a assistir aos jogos a partir de casa. Preparem-se, porque nós já estamos", declarou o líder da FIFA.
"O que queremos é unir o mundo, o nosso mundo precisa disso", afirmou ainda.
"Estamos a trabalhar na cerimónia de abertura, onde vamos celebrar o futebol, mas também a música. Temos artistas excecionais que vão atuar no México, no Canadá e nos Estados Unidos, para que o futebol e a música unam o mundo", acrescentou.
Pela primeira vez na história desta competição, o Mundial vai começar com três cerimónias de abertura, antecedendo os primeiros jogos das três nações organizadoras: México, Estados Unidos e Canadá.
A um mês do início, este torneio fora do comum já enfrenta várias polémicas, desde o impasse diplomático em torno da participação do Irão após a guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel no Médio Oriente, à política anti-imigração de Donald Trump, passando pelos preços considerados exorbitantes dos bilhetes para os jogos e pelas temperaturas extremas que se esperam.
