A participação do Irão na competição organizada este ano no Canadá, México e Estados Unidos tem estado envolta em incertezas desde o início da guerra no Médio Oriente, em fevereiro, após ataques levados a cabo pelos Estados Unidos e Israel.
Gianni Infantino, que já tinha reiterado várias vezes que o Irão iria marcar presença no Mundial, voltou a sublinhar essa posição logo no início do seu discurso perante os delegados em Vancouver.
"Permitam-me começar por confirmar, desde já, que, naturalmente, o Irão vai participar no Mundial-2026 da FIFA", afirmou Infantino.
"E, claro, o Irão vai jogar nos Estados Unidos da América", acrescentou.

Responsáveis iranianos chegaram a colocar a hipótese de transferir os seus jogos da fase de grupos dos Estados Unidos para o México, mas essa sugestão já tinha sido rejeitada por Infantino.
Na semana passada, surgiu um novo episódio quando Paolo Zampolli, enviado especial norte-americano de origem italiana, terá sugerido que a Itália ocupasse o lugar do Irão no Mundial.
O governo dos Estados Unidos acabou por afastar-se dessa ideia, com o secretário de Estado, Marco Rubio, a afirmar que os futebolistas iranianos seriam bem-vindos.
