A equipa orientada por Néstor Lorenzo tem argumentos suficientes para sonhar, ou pelo menos para deixar boas sensações e chegar longe, no torneio que começa dentro de duas semanas nos Estados Unidos, México e Canadá. Garantir o apuramento para os 16 avos é uma obrigação para um dos plantéis mais importantes da América do Sul, já que tem como adversários Portugal, Uzbequistão e República Democrática do Congo. Assim, o segundo lugar – no mínimo – parece perfeitamente ao alcance.
"É impressionante, poder disputar o meu primeiro Mundial era um sonho que todo rapaz e cada jogador deseja e concretizou-se para mim, se Deus quiser, por isso estou muito agradecido por essa oportunidade. Sei que o apoio de toda a Colômbia, de todo um país, vai estar presente; já ficou provado na última Copa América (2024) e nos jogos amigáveis anteriores. Eu sei que esse apoio nunca vai faltar. Muito agradecido por todas as pessoas que nos apoiam e muito motivados para fazer um grande Mundial", disse o jogador do Bayern à FIFA.
James, por sua vez, comentou o seguinte: "Para a Colômbia é bom porque sempre que jogamos aqui é com o estádio cheio, sempre amarelo. Acho que para os três países anfitriões (Canadá, Estados Unidos e México) vai ser algo grandioso, vai ser bonito para todos e vai ser um show espetacular. Espero que se façam sentir, que desfrutem e que assistam a um Mundial que, por acontecer apenas de quatro em quatro anos, toda a gente que for o aproveite ao máximo".
"Quando se tem o Lucho sabes que a qualquer momento vai marcar um golo ou fazer algo importante. É o nosso ícone neste momento e temos de protegê-lo para que se sinta confortável", referiu o camisola 10, consciente de que já não é a estrela. "Temos de conhecer as virtudes de quem está ao nosso lado. Tento tirar o máximo proveito do Lucho. Tudo o que fez foi único e acredito que vai ser grande", expressou o ex-Real Madrid.
