Ricardo Horta, que representa o SC Braga, foi uma das ausências mais notadas no lote de 27 futebolistas convocados para representar Portugal no campeonato do Mundo e Pizzi manifestou a sua discordância, ainda que respeitando a decisão do selecionador de Portugal, Roberto Martínez.
Recorde a convocatória de Portugal
“O Ricardo é um grande amigo e obviamente vou ser muito suspeito em falar dele - acho que é um grandíssimo jogador, com muita qualidade que na minha opinião sim, merecia, mas temos de respeitar a decisão do selecionador, é ele quem nos vai comandar a todos e aos jogadores selecionados para termos um grande Mundial e festejarmos. Acredito que as escolhas foram feitas da melhor maneira e que, no final, Portugal vai conseguir”, disse o antigo médio, recentemente retirado, à margem do lançamento do livro Nunca fui apenas eu, do ex-futebolista e empresário José Eduardo Sampaio.
Pizzi, que pôs termo à sua carreira profissional no passado sábado, mostrou-se solidário com o amigo e antigo companheiro de equipa, com quem revela já ter conversado.
“Já tive oportunidade de falar com ele, como é óbvio. Falamos, se não todos os dias, em quase todos, por isso tive o cuidado de lhe mandar uma mensagem, dizer-lhe que é um grande jogador, para levantar a cabeça e que o futebol não é só isto, há muita coisa além da seleção e o que ele tem demonstrado no seu clube e no dia a dia demonstra a sua qualidade enquanto jogador e ser humano", enalteceu.
Pizzi, que representou o Benfica entre 2014 e 2022, optou por não comentar a possível mudança no comando técnico dos encarnados, preferindo aguardar por novidades relativamente a esse tema.
“Não cabe a mim responder, não sou presidente do Benfica. Cabe à direção e a toda a gente que está a trabalhar nesse caso, se estiver a trabalhar - não sei se José Mourinho vai sair”, concluiu o antigo atleta, de 36 anos, que esta temporada representou o Estoril Praia.
