Recorde as incidências da partida
Lançado por Carlo Ancelotti no segundo tempo, Endrick trouxe um novo gás à partida, teve um golo anulado por fora de jogo e confirmou o estatuto de novo menino bonito dos adeptos, que cantaram o seu nome em coro nas bancadas.
Após o apito final, demonstrando uma maturidade que impressiona, Endrick fez questão de dividir os méritos com o plantel e agradecer o apoio recebido em solo americano.
"Agradeço à minha família, à minha esposa, às as pessoas que vieram do Brasil para nos apoiar aqui, nos Estados Unidos. Isso aqui é um grupo, são 26 jogadores unidos para jogar, para estar em campo e poder ajudar a seleção", disse Endrick aos jornalistas.
"Qualquer um que estiver ali dentro vai ajudar a seleção e não vai ser diferente comigo. Estou a trabalhar todos os dias, a trabalhar para quando a oportunidade aparecer, eu estar bem, fazer o que eu sempre fiz na seleção, achar que é o meu último jogo. E é isso que eu vou fazer para não deixar nenhuma migalha passar", garantiu o camisola 19 brasileiro.
O faro apurado de Endrick tem gerado um forte clamor na imprensa desportiva, que pede a sua titularidade imediata no comando do ataque canarinho no Mundial-2026.

No entanto, a equipa técnica prefere adotar uma postura de blindagem. Na conferência de imprensa antes do jogo contra o Haiti, Ancelotti colocou um travão na euforia e pediu calma com a utilização do jovem, reforçando a importância de não queimar etapas no desenvolvimento do atleta durante o torneio.
Mesmo com a cautela pedida pelo treinador, a fome de bola e a postura de Endrick deixam claro que está pronto para aproveitar cada minuto na principal competição do planeta, consolidando-se como o futuro do ataque do Brasil.
