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Ir ao estádio pode custar quase nada ou pesar bastante no bolso, dependendo apenas da escolha do meio de transporte. Uma verdadeira montanha-russa que vai do transporte público subsidiado a preços astronómicos nas imediações da arena.
Se a intenção for economizar, o sistema de transporte público local surge como o grande herói do bolso do adepto. Para chegar ao jogo, o bilhete de metro custa modestos US$ 2,90 (cerca de 2,50 euros).

O verdadeiro ganho, no entanto, está no regresso. Graças a uma parceria entre a Câmara de Filadélfia e a plataforma AirBnB, o regresso do público após o apito final será totalmente gratuito, incentivando o uso do transporte coletivo e aliviando o trânsito da cidade.
Agora se quiser ir de carro...
A contrapartida para quem faz questão de ir de carro é um choque de realidade digno dos eventos mais caros do planeta. As vagas nos arredores do estádio sofreram um reajuste agressivo para o torneio: o estacionamento para carros pequenos de passeio saltou para US$ 150 (cerca de 130 euros), enquanto a diária para veículos maiores, como carrinhas e SUVs grandes, atinge impressionantes US$ 600 (aproximadamente 517 euros).
A disparidade é gritante: estacionar um carro grande no espaço custa o equivalente a mais de duzentas viagens de ida de metro.

Mas há a vantagem de, pelo menos, colocar uma churrasqueira no espaço, ligar o som e fazer a festa antes de a bola começar a rolar.
Para a comunidade brasileira e os turistas que estão a chegar à cidade para empurrar o Brasil em busca da primeira vitória no Mundial, a recomendação local é clara: o metro é o melhor amigo do orçamento. E tem uma vantagem: pára à porta do estádio, trazendo conforto e agilidade.

