De acordo com as alfândegas, cerca de 80% dos artigos apreendidos destinavam-se à exportação para a América do Norte, onde a competição começa esta quinta-feira. Os agentes intercetaram cerca de 230.000 artigos, incluindo 30-000 camisolas suspeitas de serem contrafeitas, com um valor de mercado estimado em cerca de 156 milhões de dólares de Hong Kong (17,2 milhões de euros).
Parte destas mercadorias foi apreendida nos pontos de passagem fronteiriços entre Hong Kong e a China continental. Muitas das camisolas apreendidas eram "muito semelhantes aos modelos autênticos", indicou Wayne Chung, responsável pelo gabinete de investigação de propriedade intelectual da cidade.
"Seria difícil para um consumidor comum distinguir as falsas das verdadeiras", acrescentou.
Alguns artigos reproduziam com grande precisão a textura em relevo das camisolas originais, enquanto outros apresentavam etiquetas de marca e estavam embalados individualmente, precisou o responsável.
As autoridades de Hong Kong consideram que estas atividades estão relacionadas com o forte aumento da procura por parte dos adeptos de futebol à medida que se aproxima o torneio. Por isso, decidiram reforçar os controlos.
Em março, as alfândegas locais já tinham apreendido um lote semelhante de camisolas contrafeitas, incluindo camisolas da Argentina, atual campeã do mundo.
