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Manuel Pellegrini analisou a situação da equipa depois de ter sido eliminada da competição continental. "A equipa, antes de mais, está emocionalmente afetada. A derrota do outro dia foi muito má, não porque nos tenham vencido em campo, mas porque, depois de estarmos em vantagem por 2-0 e de termos jogado a primeira parte que jogámos perante os nossos adeptos, sermos eliminados foi um grande golpe".
"No entanto, no futebol é preciso ter a coragem de ultrapassar as contrariedades o mais rapidamente possível, bem como a humildade para ultrapassar as vitórias, porque depois de duas ou três vitórias podemos acreditar que vamos continuar a ganhar e a perder da forma como trabalhamos. Há uma preocupação em melhorar porque os resultados não têm aparecido", sustenta.
"Apesar disso, continuamos em quinto lugar na Liga, porque é uma competição muito equilibrada. Sempre disse que o mérito deste grupo era poder estar em duas competições. A Liga Europa ou a Liga dos Campeões são traiçoeiras: perde-se um jogo e tudo se vai. A LaLiga, por outro lado, é o trabalho de todo o ano para chegar à Europa. Perder na Liga Europa foi muito doloroso, mas ainda temos o recurso da LaLiga, onde estamos em quinto lugar, e temos de o manter até ao final da época", remata.
O seu futuro
Pellegrini falou sobre o seu futuro no banco de suplentes do Heliópolis. "Primeiro temos de acabar a época. Se terminarmos em quinto lugar, veremos em que competição, para mim será novamente uma boa época, porque nos teremos qualificado seis anos seguidos. O facto de ser uma boa época não tira a amargura de não termos chegado às meias-finais da Liga Europa; essa será uma ferida difícil de sarar, mas podíamos tê-la tido porque chegámos lá".
"No meu caso pessoal, tenho contrato e não creio que o clube vá mudar de ideias por causa de um jogo isolado. Não posso falar por outras pessoas, mas posso garantir que a minha situação pessoal é a que menos me preocupa. O que me preocupa é que ganhemos com o Betis, não o meu contrato pessoal".
