Trata-se de Raphinha, que já terminou as suas férias após a sua participação, curta devido a uma lesão muscular, no Mundial e que se juntou ao trabalho com um grupo ainda reduzido de jogadores da equipa principal.
Fá-lo mergulhado num mar de dúvidas. É evidente para todos que o seu nível e influência no Barcelona desde a chegada do técnico alemão têm sido determinantes. Na última época, por exemplo, apontou 21 golos e fez oito assistências em 33 jogos oficiais (13 golos e três assistências em 22 jogos na LaLiga). A sua presença em campo fazia-se notar, tanto pela qualidade como pela intensidade na pressão defensiva, mas ainda mais quando se ausentava devido a lesão.

Por isso, o clube e a equipa técnica quiseram procurar alternativas e investir em extremos como Gordon e Adeyemi. A concorrência será, portanto, feroz para o brasileiro. E isso, aliado à necessidade do clube blaugrana de realizar uma venda para equilibrar as contas, voltou a deixá-lo com um pé no mercado. Não é que o Barça queira vendê-lo. Mas também não rejeitaria essa possibilidade caso surja uma boa proposta.
Para já, Raphinha, que já recebeu interesse da Arábia Saudita, integrou-se na pré-época com a intenção de ficar naquela que seria a sua quinta época com a camisola do Barcelona. Lá, em solo inglês, foi recebido de braços abertos pelos seus colegas, devido à sua influência no balneário. Mas será preciso esperar pelas próximas semanas para perceber qual será o seu papel e se se confirma oficialmente o interesse de vários clubes na sua contratação.

