Carlos Corberán comentou as palavras de Rodri após o Valencia-Barça.
"Completamente infelizes, não são palavras que nascem do respeito pelos colegas de profissão. No momento em que aconteceram, o Gayà tomou a iniciativa de falar com ele e o Rodri fez um pedido de desculpas público, aceitámo-lo e entendemos que é o adequado porque, mesmo sendo num contexto de conversa com um colega, sabemos o que representamos", apontou.
"É um jogador muito importante, que, além disso, saiu ovacionado em Mestalla pelo feito do Mundial com Espanha. Aceitámos as desculpas porque são o mínimo perante umas palavras infelizes”, acrescentou.
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Possível destituição
Relativamente à sua possível destituição em caso de derrota frente ao Sevilha, prefere abstrair-se.
"Foco-me no que depende de mim, em que o Valencia faça um grande jogo amanhã (sexta-feira) e estou convencido disso. A partir daí, na vida nunca me concentro no que não depende de mim. De mim dependia dar o melhor de mim desde que cheguei numa das situações mais complicadas do Valencia e deixei tudo em campo para alcançar o objetivo que me foi pedido", vincou.
Sobre se os jogadores estão do seu lado, prefere não responder diretamente.
"Essa pergunta é para os jogadores, eu valorizo factos. Vejo a equipa treinar todos os dias e inverter a situação quando as coisas não correm bem", afirmou.
