Este boicote ocorre poucos dias depois de os árbitros das competições profissionais (C1 e C2) terem suspendido estas ações de formação, também na cidade nabantina, então por causa de declarações do atual presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, sobre os elementos do setor.
Os 22 juízes da categoria C3 deveriam ter iniciado o curso que antecede o arranque das competições, em Tomar, na segunda-feira, às 15:00, tendo, segundo a mesma fonte ligada ao processo, apresentado reivindicações financeiras, numa negociação entre a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) e o Conselho de Arbitragem (CA) da FPF.
Na passada sexta-feira, Proença reuniu-se com os árbitros das competições profissionais, em Tomar, tendo, no encontro, lamentado o sucedido e apresentado explicações para as suas criticas à arbitragem portuguesa, em áudios que remontavam a 2024.
As ações de reciclagem e avaliação da arbitragem são um encontro de formação obrigatória promovido pelo CA da FPF para testar e atualizar as capacidades físicas, teóricas e técnicas dos agentes do setor.
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