Recorde as incidências do encontro
"Terminar de mãos a abanar é duro, mas mesmo assim alcançámos coisas incríveis esta época, vamos superar esta derrota e regressaremos ainda mais fortes no próximo ano", relativizou, numa altura em que o Arsenal conquistou a Premier League há dez dias, esperando "poder ficar muitos anos" no clube londrino.
"É uma derrota difícil de aceitar, sobretudo nos penáltis, é duro. E, sim, são pequenos detalhes que fazem a diferença num jogo como este, e ainda mais nos penáltis", insistiu o capitão, de semblante fechado perante a comunicação social.
"É a realidade do futebol e temos de lidar com isso. E claro, estamos desiludidos por agora", acrescentou o médio, mas sem arrependimentos.
"Acho que começámos muito bem o jogo, marcámos o primeiro golo e, depois disso, acho que defendemos muito bem", analisou o norueguês.
"Obviamente, o PSG teve muita posse de bola, mas não criou nada e depois, sim, com aquele penálti, claro, marcaram o seu golo. E depois disso, acho que foi bastante equilibrado. Tivemos momentos fortes, eles também, e podia ter caído para qualquer lado", segundo o capitão. "As diferenças foram mínimas, demos tudo e sim, custa perder", acrescentou.
