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Ciente da importância do momento, o técnico português começou por abordar a condição física do seu grupo.
"Nicolas (Tagliafico) chegou mais tarde. Não está preparado fisicamente para estar aqui. É importante ter várias soluções, como o Felix (Bacher), Zachary (Athekame), Mads (Bidstrup)", explicou.
Para o clube do Ródano, este encontro representa um momento aguardado por todos os adeptos.

"Trabalhámos muito para ter esta oportunidade. Ter a possibilidade de disputar a Liga dos Campeões é histórico. O Lyon é um clube histórico nas competições europeias. Todos no clube dão tudo para o trazer de volta a este nível", apontou.
Longe de se apresentar como vítima na Turquia, Fonseca recusa qualquer postura defensiva.
"O primeiro jogo é muito importante. Não viemos aqui para defender o tempo todo. Queremos impor o nosso jogo. Vai ser difícil, mas temos de ter coragem", afirmou.
O treinador conta especialmente com a astúcia e ousadia ofensiva dos seus jogadores, destacando a importância dos remates de longe: "Arriscamos bastante. Fizemo-lo frente ao Sparta Praga (...) É uma questão importante que estamos a trabalhar."
Perante o poderio ofensivo do adversário, o treinador mantém-se realista.
"O Fenerbahçe é uma equipa realmente forte, com muitas individualidades (...) Temos de defender bem para conseguir um bom resultado. Hoje estamos mais fortes do que nas semanas anteriores. Amanhã poderemos ver um OL mais forte, mais corajoso, mais concentrado", apontou.
Quanto ao ambiente fervoroso de Istambul e ao receio do resultado, Fonseca prefere desvalorizar.
"A pressão é positiva. A pressão pode ser maior para o Fenerbahçe neste momento", atirou.
