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Dois dias depois de o presidente benfiquista, Rui Costa, ter assumido que o plantel ainda terá entradas e saídas até ao final do mercado de verão, o Benfica entra em cena ainda distante, provavelmente, do que será a sua realidade na nova época.
Um dececionante terceiro lugar na última edição da Liga, reconhecido como novo fracasso desportivo, deixou as águias, 17 anos depois, fora da Champions e com a agravante, face à vitória do Torreense na Taça de Portugal, de ter de disputar as eliminatórias da Liga Europa.
Para chegar à fase da liga da competição em que esteve pela última vez em 2020/21, então caindo precisamente das rondas preliminares da Liga dos Campeões, o Benfica terá de passar a segunda e terceira pré-eliminatórias e o play-off da segunda competição de clubes da UEFA.

Com Marco Silva como novo treinador, substituindo José Mourinho, que regressou ao Real Madrid, os encarnados começam esta quinta-feria com o St. Gallen uma caminhada europeia, na qual estão proibidos de falhar.
O técnico ainda não terá os argumentos de que gostaria, mas o tempo não joga a favor dos lisboetas, que, em Sankt Gallen, precisam de começar a mostrar serviço, numa eliminatória que terá a segunda mão dentro de uma semana, em 30 de julho.
O jogo, frente ao vice-campeão helvético e com início às 19:00 (horas de Lisboa), terá arbitragem do italiano Luca Pairetto.
