Santa Clara: “Está a fazer um campeonato muito bom. Sabemos as dificuldades que é defrontar o Santa Clara. Temos de estar no nosso melhor, frescos e com ambição de vencer. Linha de cinco, bons mecanismos, muito agressiva no ataque à profundidade, dinâmica boa e temos de estar preparados. Sinto que a nossa equipa dá-se bem a defrontar linha de cinco, temos tido essa capacidade e isso deixa-me bastante otimista”.
Cansaço: “Vou socorrer-me da minha cábula, mas o mais é o tempo de intervalos entre jogos. Jogámos às 21:00 no Mónaco e é o terceiro dia vamos jogar às 17:00 nos Açores. Não vamos ter 72 horas para sair de um jogo e preparar o seguinte. Temos de olhar para todos os dados e escolher o melhor onze. Por isso é que digo que escolhemos a cada momento quem está fresco, disponível para o jogo em função da estratégia”.
Di María: “A minha formação, sou licenciado em Educação Física, Saúde e Desporto. Até sei o que é o esternocleidomastóideo, por isso… Nós discutimos e analisamos e tomamos decisões em cima de factos. Os factos são estes: Além do conhecimento que tenho, ainda há os dados objetivos e as sensações. O que aconteceu na primeira situação, ele não estava lesionado, sentiu um desconforto, quer os exames médicos – ecografia e radiografia – e foi analisado por especialistas e não havia nenhum tipo de lesão. Fez tudo o que entendemos que deve ser necessário – atingiu os 30km/h no treino, fizemos as mesmas solicitações que fazemos no jogo. Tenho um elemento da minha equipa técnica apenas para isto, o Alexandre Silva, para não termos lesões e termos cuidado na dinâmica da carga. O que acabei de explicar, o jogador não tinha dor passado dois dias, e fez mais no treino do que no jogo, estávamos seguros de o poder atualizar. Agora temos esta situação. Sempre que colocamos 11 jogadores em jogo, mais o cinco, ou até mesmo no treino podem estar sujeitos a lesão. As decisões não são tomadas por acaso, temos dados científicos, resultados de exame e a sensibilidade do jogador”.
Penálti de Florentino: “A minha agenda foi igual à sua. Foi preparar jogos, preparar viagem, almoçar, treinar, chegar a casa, estar com a família e estar aqui o jogo. E quando percebi que são imagens da bancada nem vou ver. O meu desafio é meter todos os treinadores a ver e a analisar os penáltis desta forma”.
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Renovação de Di María: “Acho que isso tem de ser tratado no tempo certo. O mais importante é o sentimento do jogador. E eu conheço vários com esse sentimento. Ao invés de quererem ir para campeonatos de dimensão menor, preferem terminar a carreira num sítio que seja especial. No mesmo sentido que vi as declarações do Cancelo. No tempo certo. Tanto um como o outro, se têm essa ideia, em tempo certo será tomada a melhor decisão”.
Lateral-direito: “Amanhã será o Leandro Santos. A gestão dele foi desde o início da minha entrada. Tentar identificar um potencial jogador para cada posição, em particular quando se tem a formação que tem. Identificar no mercado nacional, internacional e na nossa academia um potencial jogador para cada posição. Começou desde cedo a trabalhar connosco, começou a trabalhar na equipa B e vai ser titular amanhã”.

Ataque ao mercado: "Quase que vou usar as palavras da sua colega. Tínhamos Bah, Tomás, Aursnes e ainda temos o Leandro, além do Spencer. Cinco soluções válidas. Acho que fizemos o mercado que tivemos de fazer, fomos em busca do que achava que era fundamental, nos acertos que achei que podíamos fazer. Acho que fizemos um mercado bom"
Medo de lesão: “Os jogadores quando entra em campo não pensam em nada, é contribuir. Cada vez que há uma lesão em qualquer plantel do mundo, os outros jogadores têm de ser sujeitos a uma solicitação maior e estão sujeitos a mais lesões. Não quero colocar jogadores em risco amanhã, e no limite temos de meter. Mas eu tenho que encontrar soluções e diariamente trabalham comigo praticamente as duas equipas – B e sub-23 – conheço os dois plantéis e é ali que vamos encontrar soluções para dar resposta a cada momento”.
Renovação de Otamendi: “Tem 37 anos, tal como o Di María. São dois profissionais excelentes, com dedicação muito grande. Já ganharam o que ganharam e a forma como celebraram a Taça da Liga representa o prazer e o gosto que têm de estar cá. A seu tempo vamos tomar a melhor decisão para todos”.
Tomás Araújo: “Ainda não sabemos, vamos ter de analisar”
