Recorde as incidências do encontro
Gonçalo Feio (treinador do Tondela):
“O plano de jogo passava por ser uma equipa sólida. Nesta liga é muito difícil ganhar jogos e o primeiro passo para ganhar uma final, como foi a de hoje, era não sofrer golos. Nesse aspeto, fomos uma equipa forte e eficaz.
É difícil jogar contra uma equipa com um futebol tão direto, muitas segundas bolas, muitos cruzamentos, bola parada, uma equipa muito alta… é difícil e é de louvar a disciplina e a concentração que os jogadores tiveram.
Nesta fase da temporada (o controlo emocional) é algo que também decide. Podíamos ter gerido melhor a posse de bola e o controlo de jogo com bola. Estando a ganhar, podíamos ter tido essa gestão de forma mais tranquila. Estivemos nós mais próximos de fazer o 2-0 do que eles o 1-1. Mais um resultado que dá crença.
Uma equipa presente e jogadores que estão a mostrar que acreditam, que querem lutar... Nos momentos em que os resultados não nos acompanharam, a equipa estava a trabalhar bem. O que está a acontecer agora é que os resultados estão a acompanhar, mas temos de traduzir essa crença e a história dos milagres do Tondela em atos. Hoje estamos felizes, mas a missão continua por fechar, até ao dia em que possamos dizer que a missão está cumprida.
(escolha do marcador da grande penalidade) O Bebeto era um dos jogadores que estava para marcar pénalti, tal como o (Pedro) Maranhão. É um dos capitães e esta época ainda não falhou nenhum quando foi chamado à cobrança. Viu-o muito confiante que ia bater".
