Recorde aqui as incidências do encontro
Hugo Oliveira (treinador do Famalicão):
“Acho que, mais do que o momento de hoje (sábado), temos de sublinhar a nossa consistência durante toda a época. Fomos extremamente competentes e ambiciosos. Como treinador, estou extremamente orgulhoso por representar um clube que tem muita ambição, muito profissionalismo e muita gente boa.
Independentemente de como terminasse o jogo ou a tabela, iria ser sempre uma época especial. Claro que a cereja no topo do bolo foi terminar com uma vitória em nossa casa e num jogo sem sofrer golos. Aproveito esta oportunidade para dar os parabéns à época do Gil Vicente. Acho que valorizou ainda mais a nossa classificação
(Final da Taça que pode dar Liga Conferência) Não podemos fazer nada e temos de estar mais tranquilos. Respeito as duas equipas que vão estar na final (Sporting e Torreense), duas boas equipas, mas não vou ser desonesto e dizer que não queria que o Sporting ganhasse.
Porque, acima de tudo, acho que estes jogadores e este clube merecem esse passo e esse marco de jogar nas provas europeias. Se acontecer, será um momento que vai dar trabalho, fazer com que o clube esteja preparado, e, se eventualmente não acontecer, não apaga nada daquilo que aconteceu durante esta época”.
Custódio Castro (treinador do Alverca):
“A equipa acabou por ser competitiva. Se olharmos para aquilo que foi o jogo jogado e para aquilo que foram as grandes oportunidades, acho que acabámos por criar mais do que o Famalicão.
Compreendendo também o momento e a ansiedade que o Famalicão poderia viver em relação a este objetivo que estava para conseguir, e desde já dar-lhes os parabéns, porque acabam de fazer a melhor classificação de sempre. Parabéns ao Famalicão, parabéns ao seu treinador. Um excelente trabalho. O jogo resume-se a nós não termos feito o golo.
Já tinha anunciado que não vou continuar, mas saio muito agradecido ao Alverca pela oportunidade e desejo-lhes a maior sorte do mundo. Foi um prazer para mim ter treinado estes jogadores e este clube. O balanço é muito simples. Fizemos tudo o que nos tínhamos proposto no nosso modelo e ideia de jogo.
Conseguimos que o Alverca, num ano zero, ficasse na Liga, e valorizámos os jogadores. É assim que os clubes sobrevivem hoje em dia. Estamos orgulhosos e realizados”.
