Recorde as incidências do encontro
Tiago Margarido (treinador do Nacional):
"A verdade é que a equipa, mais uma vez sob alta pressão, deu uma excelente resposta. Os jogadores foram ponderados, inteligentes a decidir, com calma, sem entrar em loucuras. E, sem bola, a equipa trabalhou e teve nervo. Portanto, penso que foi uma vitória muito meritória, com a grande diferença de que materializámos, desta vez, tal como já fizemos boas exibições em outros jogos, e não os ganhámos.
Relativamente à segunda parte, fizemos um ajuste e passámos a defender numa linha de cinco, com o Gabriel Verón a fechar mais o corredor direito para termos um jogo de pares no jogo, ou seja, para termos situações de homem para homem.
Penso que isso surtiu efeito porque o Alverca não criou grandes oportunidades de golo a partir daí. Depois, a equipa também foi inteligente a gerir o resultado, portanto, acho que foi uma vitória muito meritória em mais uma final
Os jogadores deram uma excelente resposta sob alta pressão. Temos agora mais três jogos pela frente contra adversários diretos: Tondela, AFS e Santa Clara. Mais três finais para aquilo que é o nosso caminho".
Custódio Castro (treinador do Alverca):
"Entrámos bem no jogo, com muita chegada à baliza na primeira parte e podíamos ter feito um ou dois golos. Nós sabemos que jogar aqui, na Choupana, é muito difícil, mas, tantos os jogadores como a equipa estava preparada para o jogo.
Na segunda parte, acho que voltámos a entrar bem no jogo, na mesma toada daquilo que foi a primeira parte. Depois, acabámos por sofrer o golo e nós sabíamos que depois seria sempre difícil marcar. O Nacional baixou linhas, defendeu muito mais na entrada da sua área e tentou sair em transição. Ainda tentámos uma ou outra vez, mas, ficou difícil.
São duas equipas que se conhecem bem, duas equipas que percebem o jogo. São duas boas equipas. Acho que foi sempre um jogo que teve momentos, mas, penso que o Alverca acabou por estar por cima deste jogo. Foi, realmente, uma pena não levarmos pontos daqui".
