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O internacional argentino está a ser associado ao Real Madrid, Paris Saint-Germain e Manchester City. No entanto, as fontes do Flashscore indicam que há dúvidas dentro de Stamford Bridge sobre se algum desses clubes vai seguir em frente com uma oferta que corresponda à avaliação do Chelsea.
O preço é fundamental para a situação, já que Fernández chegou por121 milhões de euros, e o Chelsea exigiria um valor mais alto para sequer considerar uma venda.
No momento, há pouca expetativa interna de que os clubes interessados cheguem a esse nível. O clube prefere não vender e a hierarquia está cada vez mais determinada a evitar uma remodelação de verão que poderia desestabilizar o plantel, especialmente depois de uma campanha turbulenta.
A manutenção de Fernández é vista como parte da manutenção de um núcleo capaz de melhorar sob nova liderança.
A mudança de treinador desta semana é outro fator fundamental para as esperanças renovadas do Chelsea de manter o jogador.
Sob a direção de Liam Rosenior, a forma do Chelsea deteriorou-se e, paralelamente, a influência de Fernández diminuiu. O médio cumpriu também uma suspensão depois de ter manifestado publicamente o seu desejo de viver em Madrid, comentários que intensificaram a especulação sobre o seu futuro na altura.
A demissão de Rosenior na quarta-feira mudou o cenário. O Chelsea está agora à procura de um treinador com clareza tática, autoridade e pedigree para reconstruir a identidade da equipa. Há uma crença interna de que uma voz respeitada poderia revitalizar Fernández e restaurar a sua importância na equipa.
É importante ressaltar que o interesse da elite europeia continua real. Tanto o Real Madrid quanto o PSG estão de olho em Fernández, e o Manchester City está entrando em cena enquanto pensa em como reformular o seu elenco para a próxima temporada.
O interesse do City poderia ser ainda maior se o ex-técnico do Chelsea, Enzo Maresca, substituísse Pep Guardiola no verão, como está a ser cogitado. Mas a posição do Chelsea é que a situação ainda não chegou ao ponto em que uma saída é provável. Só uma "mega" oferta significativa obrigaria a uma reavaliação séria.

Essa posição é reforçada pelos recentes esforços do clube para reforçar a estabilidade no meio-campo, com Moisés Caicedo assinando um novo contrato de sete anos no início da semana passada. O ideal seria que o Chelsea também contratasse Fernández.
Manter a parceria intacta pode ser um passo importante para evitar mais transtornos enquanto o Chelsea tenta se recuperar da má fase e construir um futuro melhor.

