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Barella sobre o Inter: "Quero terminar a carreira aqui e ainda sonho com a Champions"

Niccolò Barella
Niccolò BarellaMARCO LUZZANI / GETTY IMAGES EUROPE / GETTY IMAGES VIA AFP

Em entrevista à Gazzetta dello Sport, o médio definiu os objetivos para a nova época, falou sobre a evolução do seu jogo e confessou o desejo de permanecer de azul e preto até ao fim.

A nova época do Inter começa com ambições ainda mais elevadas. Quem o reafirma é Nicolò Barella, que numa entrevista concedida à Gazzetta dello Sport indicou o caminho a seguir depois da dobradinha conquistada na época passada.

"O objetivo? Superarmo-nos novamente em relação ao ano passado. Queremos recomeçar tal como terminámos, ou seja, a jogar o nosso melhor futebol", explicou o médio dos nerazzurri, que já está focado nos novos desafios.

Barella contou também como está a mudar a sua forma de estar em campo: "Vou para uma época em que procuro desenvolver um estilo de jogo um pouco diferente, já que o meu corpo por vezes responde de forma distinta. Estou a tentar jogar um futebol um pouco mais astuto em termos de gestão, mais conservador. Tenho 29 anos e já não tenho 23 como quando cheguei".

Números de Barella
Números de BarellaFlashscore

O líder nerazzurro

Sobre o papel no balneário, o vice-capitão prefere não se atribuir rótulos: "Não sinto que tenha de ser obrigatoriamente uma referência, mas se alguém quiser falar comigo fico contente".

Entre os objetivos está também o de devolver o Inter ao topo da Europa depois das duas finais perdidas nos últimos anos. "Ter estado duas vezes tão perto e não ter conseguido conquistá-la é algo que nunca consegui ultrapassar. É um pensamento constante", admitiu, acrescentando: "Já estivemos perto duas vezes, esperamos que surja uma terceira oportunidade e que seja a de sucesso".

Por fim, um olhar para o futuro de azul e preto. "Quando cheguei aqui disse apenas a mim próprio: vou jogar no Inter para dar tudo e ganhar tudo. Se me imagino a terminar a carreira aqui? Sim. Depois depende de quão depressa envelheço", concluiu Barella.