O assunto surgiu depois de uma nova troca de galhardetes entre os clubes. O Palmeiras criticou, nas redes sociais, a denúncia do médio Maurício no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pela cotovelada em Cacá, do Vitória. Em resposta, o Flamengo publicou uma nota relembrando lances em que, segundo o clube, os alviverdes foram beneficiados pela arbitragem.
Questionado sobre o tema, Abel voltou a citar o lance da final da Libertadores do ano passado, quando reclamou da não expulsão de Erick Pulgar após uma entrada sobre Bruno Fuchs.
"A final da Libertadores do ano passado é um asterisco que não vou apagar enquanto estiver aqui. Até já confrontei o árbitro, perguntei por que não viu o que todos viram", afirmou.
O treinador também pediu que o Palmeiras continue unido diante das discussões sobre arbitragem e reforçou que os erros fazem parte do futebol, mas voltou a defender que o lance da decisão continental foi claro.
Além da polémica, Abel comentou a atuação do Palmeiras diante do Fortaleza. O técnico explicou que manteve o esquema com três defesas mesmo sem Gustavo Gómez, improvisando Emiliano Martínez no setor, por entender que o sistema oferece mais equilíbrio.
O português destacou ainda a evolução da equipa na segunda parte. "Acho que o que nos fez jogarmos melhor no segundo tempo foi correr menos, para jogar melhor. Não correr para todo lado, mas para o lado certo", disse.
O treinador também revelou que Paulinho foi preservado após sentir um desconforto no adutor durante o aquecimento.
Por fim, o comandante comentou a situação dos avançados Flaco López e Vitor Roque. "O Roque já não joga há bastante tempo, estamos a dar tempo para que ele volte a ser o que já nos mostrou. O Lopez é a mesma coisa, mas nesse início o Maurício e o Sosa têm sido espetaculares", afirmou.

