Recorde aqui as incidências do encontro
O Fleetwood mostrou desde o início que não estava disposto a facilitar a vida do gigante londrino.

A equipa da quarta divisão abriu o marcador ainda na primeira parte, com Loupalo-Bi, a colocar o Arsenal numa situação inesperada.
Os gunners conseguiram reagir graças a um golo do ex-Sporting Viktor Gyökeres, que acabou por marcar de forma pouco convencional. Já com vários titulares em campo, a turma de Arteta desperdiçou muitas ocasiões para fazer a reviravolta, nomeadamente por Kai Havertz, que teve uma noite bastante desinpirada.
Ainda antes do apito final, o jovem talento inglês Max Dowman envolveu-se numa confusão com o adversário, viu o cartão vermelho direto e foi repreendido pelo treinador dos campeões ingleses. A igualdade manteve-se até ao final e a eliminatória seguiu para a decisão através das grandes penalidades.
Aí, o brasileiro Bruno Guimarães acabou por se tornar numa das figuras principais. O remate do médio foi travado pelo guarda-redes Jay Lynch, que ajudou a escrever uma das páginas mais surpreendentes da história recente do Fleetwood. A cena também trouxe à memória a cobrança desperdiçada pelo brasileiro no Mundial-2026, na eliminação para a Noruega.
Logo a seguir, o jovem defesa Conor Haughey, de 19 anos, assumiu a cobrança decisiva, não tremeu e carimbou a passagem do Fleetwood Town.
Highbury vira palco histórico
O palco da eliminação teve também uma curiosidade. O Fleetwood disputa os jogos em casa num estádio chamado Highbury, o mesmo nome da antiga casa do Arsenal, utilizada pelo clube londrino até 2006, antes da mudança para o Emirates Stadium.
Foi precisamente noutro Highbury que o Arsenal viveu uma das noites mais constrangedoras do passado recente.
