Receita para o sucesso: "Eu disse aos jogadores que, para se ganhar este jogo, tínhamos que nos superiorizar nos aspetos físicos e foi demonstrativo que a nossa equipa esteve fisicamente sempre bem, na agressividade nos duelos e naquilo que faz um pouco o Lusitano que é a raça, o crer, a entreajuda e a união. A equipa adversária é superior, é uma equipa de Liga, com um treinador de primeira, com mais de 200 jogos, contra um treinador que não tem jogos no primeiro escalão.. O adversário, teoricamente, seria melhor".
Análise ao jogo: "Apresentámos uma equipa bem coesa, que soube defender e a equipa adversária fez dois golos, um de bola parada, de canto, e outro de penálti. Sofremos hoje dois golos, nunca tínhamos sofrido até ao momento, mas acho que, depois explorámos muito bem as saídas rápidas e acho que a vitória foi inteiramente justa. Na primeira parte, fomos superiores ao adversário. Tivemos sempre bons momentos com bola e sem bola. Acho que, quando chegámos ao 1-0 e ao 2-0, a equipa descontraiu um bocadinho e eles chegaram ao 2-1 numa distração nossa, um penálti que não se pode fazer. Estes árbitros são pragmáticos, marcam logo estes braços no ar, principalmente estes árbitros de Liga. Há dois momentos capitais: o 2-1 deles, que os mete em jogo, e, quando entramos na segunda parte, e eles ficam com menos um. Quando eles estão com menos um, acho que conseguimos controlar bem o jogo, as minhas substituições surgem numa tentativa de refrescar e também defender, porque eu sei que equipas de Liga, mesmo jogando com menos um, fazendo o 3-2, metiam isto em alvoroço. E foi o que aconteceu, mas, por nossa sorte, foi mesmo a acabar.
Futuro: "Agora, é tentar fazer história no clube e quanto mais à frente formos, melhor, pois orgulha não só o Lusitano, como também orgulha Évora".
