Recorde as incidências da partida

Os primeiros 45 minutos do Corinthians foram dos mais consistentes de uma equipa brasileira nesta temporada. Desde o apito inicial, o Timão foi claramente superior ao Peñarol em todos os momentos do jogo — físico, técnico e tático. Sem permitir que a formação uruguaia respirasse com bola, a equipa de Fernando Diniz adiantou-se cedo no marcador. Rodrigo Garro cobrou um livre com precisão e encontrou Gustavo Henrique completamente solto, que cabeceou para o 1-0.
Após o golo, o domínio manteve-se, apesar de algumas ocasiões desperdiçadas. Yuri Alberto, que tinha falhado um contra-ataque momentos antes, redimiu-se aos 24 minutos. Depois de uma recuperação de Jesse Lingard, o avançado recebeu e devolveu com um passe perfeito para o inglês ampliar a vantagem. O ritmo ofensivo manteve-se elevado e o Corinthians terminou a primeira parte com 77% de posse de bola e nove remates.
Sem correr risco
Depois de uma primeira parte de grande nível, o Corinthians reduziu naturalmente o ritmo após o intervalo. Ainda com maior posse de bola, a equipa brasileira passou a gerir o jogo, circulando o esférico sem o mesmo ímpeto ofensivo. Rodrigo Garro esteve perto de fazer o terceiro em duas ocasiões, que acabaram por ser as principais oportunidades da segunda parte.

Por outro lado, foi mais uma exibição de elevada consistência defensiva do Timão. O Peñarol rematou apenas duas vezes à baliza de Hugo Souza e, em ambas, sem grande perigo, terminando com um valor de golos esperados (xG) de apenas 0,31.
