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O ministro Luis Felipe Salomão não entrou no mérito da disputa e considerou que o consórcio não tinha legitimidade para apresentar o pedido nos termos utilizados.
A administração do Maracanã havia alegado riscos à segurança, à ordem pública e à preservação do relvado, mas o STJ não identificou lesão grave que justificasse a medida. A disputa judicial começou depois da CONMBOL ter vetado o São Januário para a partida por causa da capacidade inferior ao mínimo de 30 mil lugares exigido pela entidade.
A possibilidade de transferir o duelo para o Paraguai chegou a ser considerada perante os avanços e recuos na Justiça. O presidente vascaíno, Pedrinho, criticou a iniciativa do consórcio, enquanto o dirigente do Flamengo, o português José Boto, manifestou preocupação com as condições do relvado.
Com os ingressos esgotados, o Vasco entra em campo com a vantagem de 0-1 conquistada na partida da primeira mão, na Argentina, e precisa apenas de um empate para garantir a vaga na final.
