Recorde as incidências da partida
Cassiano Klein, treinador do Benfica
Análise: "As duas equipas têm uma identidade muito clara, ambas procuram atacar o tempo todo e, quando não conseguem, o mérito é da equipa adversária e têm de mudar a estratégia. No segundo tempo, não tivemos tanta energia porque num passe em que se chega atrasado, faz muita diferença. Então, gostaria de ter tido um pouco mais a bola e mais energia para conseguir competir nos 40 minutos.(Estratégia e organização) É algo que estou a aprender muito em Portugal. Vim de uma escola em que procurei ter muita bola e aqui temos dois caminhos, que é ser muito intenso e, ao mesmo tempo, conseguir pensar e tomar boas decisões".
Aprendizagem: "Procuramos trabalhar e a cada jogo aprender. Neste, em alguns momentos, conseguimos fazê-lo bem e conseguimos criar situações boas, mas não conseguimos durante o tempo que gostaríamos".
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Próximo jogo: "No ano passado, fizemos um belíssimo primeiro jogo e vencemos lá. O Sporting veio depois cá e venceu, embora tenhamos feito um jogo incrível, em que corremos muito e, honestamente, esperava que no segundo jogo eles não tivessem tanta energia. Estas equipas transmitem um poder de superação muito grande e, por isso, talvez na terça-feira corram mais ainda. Torço para que a nossa equipa consiga correr mais, mas depende muito de cada atleta”.
Nuno Dias, treinador do Sporting
Análise: "Não me parece que tenhamos sido melhores apenas dos 34 aos 40 minutos. O jogo foi equilibrado mas o Sporting foi melhor, teve mais oportunidades, criou mais situações de golo, finalizou muito mais - não foi mais, foi o dobro - e não teve competência para marcar".
Eficácia: "Acho que temos de ser mais eficazes e obrigar o guarda-redes a trabalhar mais na hora de finalizar. E já tínhamos tocado nesse aspeto na meia-final, sobre as situações em que estamos contra o guarda-redes nos jogos, e depois voltámos a não o fazer. O Benfica foi melhor do que nós no aspeto mais importante, que é a eficácia. Finalizou metade das vezes e nessa metade acertou mais vezes na nossa baliza".
Oportunidades: "O Benfica conseguiu, em 22 finalizações, acertar 12. Nós, em 44, acertámos nove. Não há milagres, quem desperdiça como nós desperdiçamos tem poucas chances de ganhar. A forma como criamos e conseguimos criar chances para marcar, esse é um aspeto positivo e temos de continuar a fazê-lo. E há claramente um aspeto negativo: quando não percebermos que o golo é o aspeto mais importante do jogo, vamos ter mais resultados negativos”.
