Recorde as incidências da partida
Casa cheia no Pavilhão da Luz, com Rui Costa na tribuna, mas também Samuel Soares e António Silva, jogadores do plantel principal de futebol dos encarnados.
Logo no primeiro minuto Alex Merlim rematou bem perto do ferro da baliza do Benfica, com os encarnados a responderem com remate de Jacaré para defesa de Bernardo Paçó. Aos 2', no remate de Tomás Paçó, a bola foi mesmo ao poste da baliza de Léo Gugiel, e aos 3' foi Kutchy a rematar bem perto da baliza de Bernardo Paçó.
Aos 4 minutos foi Bernardo Paçó a travar o remate de André Coelho, e aos 7' agigantou-se perante o remate de Arthur. Respondeu o Sporting, aos 8', com Léo Gugiel a negar o golo a Allan Guilherme, mas aos 10 minutos foi mesmo o Benfica a fazer o 1-0: Bruno Pinto travou Kutchy à entrada da área e, na sequência do livre, Diego Nunes tocou para André Coelho encher o pé e marcar.
Um minuto volvido os papéis inverteram-se, com André Coelho, de regresso às opções de Cassiano Klein, após ter falhado o segundo jogo, no Pavilhão João Rocha, a bater um livre ao segundo poste, onde Diego Nunes encostou para assinar o 2-0.
Ataque contra ataque, aos 13 minutos o Sporting reduziu, com Alex Merlim a encher o pé para surpreender Léo Gugiel e fazer o 2-1.
Aos 15' foi Felipe Valério a ameaçar o empate, com remate de pé esquerdo à barra da baliza de Léo Gugiel, após uma perda de bola de Pany Varela. Não marcou o Sporting, marcou o Benfica, e em grande estilo aos 16, com Carlos Monteiro a aproveitar uma má reposição de Diogo Santos para avançar e bater Bernardo Paçó, fazendo um golaço no Pavilhão da Luz.
Aos 18 minutos, após grande jogada de Felipe Valério, o brasileiro cruzou para Pauleta, de primeira, bater Léo Gugiel e fazer o 3-2 para o Sporting.
O Benfica reagiu, Diego Nunes rematou para corte de Felipe Valério, e logo depois André Coelho encheu o pé direito e rematou à barra da baliza de Bernardo Paçó.
A segunda parte começou com uma tentativa de chapéu de Arthur, travada por Bernardo Paçó, e com a terceira bola no ferro do Sporting, aos 23', num remate de Diogo Santos ao poste da baliza de Léo Gugiel. Respondeu o Benfica, aos 25', com Afonso Jesus e Carlos Monteiro a testarem Bernardo Paçó, antes de duas pausas, primeiro para assistência a Higor e depois a Wesley.
Aos 31' Rocha teve tudo para fazer o 3-3, mas Léo Gugiel foi gigante, e na resposta o Benfica fez o 4-2, com André Coelho a aproveitar o adiantamento de Bernardo Paçó para dilatar a vantagem encarnada.
O Sporting, porém, reagiu de imediato e, aos 34 minutos, Pauleta aproveitou uma recuperação de bola alta e assinou o 4-3, seguido de um remate de Zicky Té, que saiu ao lado.
Um minuto depois, ficou selado o hat trick de Pauleta, em nova recuperação dos leões, com remate de longe e Léo Gugiel mal batido no 4-4.
Aos 36' Wesley viu amarelo e falha o jogo 4, no Pavilhão João Rocha, devido a castigo, e aos 37' valeu ao Benfica Léo Gugiel, impedindo o golo de Zicky Té com o pé direito, antes de parar a tentativa de longe de Bernardo Paçó.
O dérbi foi mesmo para prolongamento, que abriu com falta de Arthur sobre Diogo Santos e amarelo para o brasileiro do Benfica. Aos 43' Higor derrubou Wesley e cometeu a quinta falta dos encarnados, mas Léo Gugiel travou o remate de Tomás Paçó, com o Benfica a fazer o 5-4 no contra-ataque seguinte, depois do guardião lançar Higor de Sousa, que ultrapassou Felipe Valério e rematou para bater Bernardo Paçó.
Logo depois foi o Sporting a atingir, igualmente, a quinta falta, e aos 44' Léo Gugiel voltou a levar a melhor após remate de Felipe Valério. Os leões apostaram no 5 para 4 logo a abrir a segunda parte do prolongamento, com Alex Merlim como guarda-redes avançado, mas Léo Gugiel conseguiu travar remates de Felipe Valério e Alex Merlim.
A 29 segundos do fim, porém, Diego Nunes derrubou Felipe Valério, cometeu a sexta falta do Benfica e Tomás Paçó, perante Diogo Carrera, que substituiu Léo Gugiel, fez o 5-5. A 4 segundos do final, após remate de Léo Gugiel, o Sporting pediu suporte de vídeo, por alegada falta de Higor sobre Tomás Paçó, mas os árbitros mandaram seguir.
O dérbi foi então para as grandes penalidades, com Diogo Carrera a merecer a confiança de Cassiano Klein na baliza do Benfica. André Coelho foi o primeiro a marcar, fazendo o 1-0, seguido de Bruno Pinto, com o 1-1. Seguiu-se Kutchy, a assinar o 2-1, e Rocha a assinar o 2-2. Afonso Jesus falhou o terceiro penálti do Benfica, com defesa de Bernardo Paçó com o pé direito, antes do irmão, Tomás Paçó, fazer o 2-3. Seguiu-se Silvestre Ferreira com o 3-3, antes de Léo Gugiel assumir a baliza do Benfica mas sem travar o 3-4 de Felipe Valério. Higor foi o marcador seguinte das águias, fazendo o 4-4, numa decisão seguida do capitão do Sporting, Alex Merlim, que perante Diogo Carrera disparou ao poste.
Carlos Monteiro fez o 5-4, Diogo Santos o 5-5, e Diego Nunes assinou o 6-5. Allan Guilherme marcou o 6-6, seguido de Jacaré, que fez o 7-6. Chishkala, antigo jogador do Benfica, fez o 7-7 ao ritmo dos assobios, antes de Pany Varela ter pela frente o jovem Pedro Silva na baliza do Sporting, marcando o 8-7. Zicky Té foi o marcador seguinte, falhando o penálti e dando o triunfo à equipa da casa.
Com este triunfo, o Benfica fica a uma vitória de revalidar o título de campeão nacional. O quarto jogo da final do campeonato de futsal está marcado para quinta-feira, às 20:30, no Pavilhão João Rocha.
