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“Nós conhecemos muito bem a Espanha, até porque os defrontámos na final do Europeu bem recentemente. Temos esse sabor amargo para retribuir e é como se fosse uma desforra. Tem jogadores muito cotados no futsal, a jogarem em grandes equipas. Sabemos o que temos de fazer e melhorar o que fizemos de mal na final contra a Espanha, por isso, estamos bem preparados”, considerou Bernardo Paçó.
A equipa das quinas saiu derrotada do encontro decisivo do Europeu deste ano frente aos espanhóis, mas conquistou o direito de participar na segunda edição da Finalíssima, como vice-campeã continental, e defender o título da edição inicial.
“Recordo-me de estar em casa a ver o jogo (da final da Finalíssima de 2022). Foi um grande sentimento, porque tinha o meu irmão (Tomás Paçó) e mais jogadores que é como se fossem meus irmãos. Não deverá haver palavras para descrever a sensação de ganhar uma competição com as cores do nosso país. É algo que eu quero sentir”, vincou o jogador do Sporting, de 26 anos, que recuperou de lesão.
Antes da partida rumo ao Rio de Janeiro, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, esteve com a comitiva e desejou sorte para a prova, que contará ainda com as seleções brasileira e argentina, através da CONMEBOL.
“Vai ser uma grande prova de futsal. É mais uma competição para mostrarmos o desenvolvimento do futsal e quão boas são as quatro equipas que vão participar. Espera-se um torneio muito equilibrado. Vai ser muito bom para a modalidade e vai ser giro para os espetadores poderem assistir”, perspetivou o guarda-redes.
Com jogos na Arena Niterói, Portugal e Espanha abrem o torneio na sexta-feira, às 18:30 locais (21:30 em Lisboa), com Brasil e Argentina a defrontarem-se pelas 21:30 (00:30). A final e o jogo de atribuição da medalha de bronze são no domingo.
