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Futsal: Tomás Paçó lança jogo contra a Espanha e diz que não há favoritos

Tomás Paçó foi o porta-voz das ambições de Portugal
Tomás Paçó foi o porta-voz das ambições de PortugalFPF

Tomás Paçó considerou, esta quarta-feira, que a Finalíssima de futsal arranca sem um favorito definido e que o mais importante é representar Portugal da melhor forma em Niterói, no Brasil.

Acompanhe as incidências da partida

“A responsabilidade é representar Portugal, não se saímos vencedores ou não. Não há favoritos nestas competições, são os pormenores que fazem a diferença. A equipa que errar menos, a equipa que estiver mais concentrada nos dois jogos é a equipa que vai sair daqui com o troféu”, assumiu.

No Brasil, Portugal defende o título conquistado há quatro anos e tem como primeiro rival a Espanha, na sexta-feira, numa meia-final que reedita a final do último Europeu, conquistado pela seleção espanhola.

“O que temos a melhorar é o resultado no final do jogo. Somos duas seleções que já nos conhecemos muito bem, não há muita coisa que vai mudar. Há algumas coisas que temos de fazer diferente e é nisso que estamos a trabalhar para obter outro resultado”, disse.

O fixo do Sporting lembra que, desde esse jogo, “foram saindo alguns jogadores, entrando outros” e que, com 26 anos, é “um dos jogadores mais experientes”, algo que faz parte de uma renovação na equipa das quinas.

Tomás Paçó lançou o duelo ibérico diante da Espanha
Tomás Paçó lançou o duelo ibérico diante da EspanhaFPF

“Temos jovens jogadores espetaculares. Ainda temos muito que crescer, mas temos muito talento e temos um grupo espetacular”, considerou.

Tomás Paçó diz que tem “a noção que as outras equipas das outras seleções trabalham muito bem também, têm muita qualidade”, pelo que Portugal tem “de melhorar todos os dias para poder voltar a tocar no céu”.

“Quando eu cheguei a mim e Zicky disseram-nos que era muito difícil ser campeão do mundo e ser campeão da Europa e nós chegámos e fomos logo campeões. Agora percebo que é muito difícil e há muita coisa que nós temos de melhorar e aprender”, reconheceu.

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