Recorde as incidências da partida
Nuno Dias (treinador do Sporting):
“Acho que fomos extraordinários, tirando a finalização, que poderia ter sido com mais acerto, e se tem sido com mais acerto não teríamos sofrido até às grandes penalidades ou ao prolongamento para chegar à final. Mas, acima de tudo, é dar os parabéns ao Sporting por uma vitória justa e uma presença na final que é absolutamente merecida.
O destino quis que voltássemos às grandes penalidades, como no ano passado (contra o Cartagena para a atribuição do terceiro posto), mas, desta vez, penso que é mais importante, porque dá-nos o acesso à final. No ano passado, tirou-nos a medalha de bronze, mas este ano dá-nos a oportunidade de sermos ou ouro ou prata. Felizmente, hoje fomos fortes, estivemos bem, finalizámos todas as grandes penalidades e penso que, acima de tudo, é inteiramente justa a nossa vitória”.
Rocha (jogador do Sporting):
“É incrível. Nós sabemos o quanto lutámos para chegar até aqui. Fizemos uma boa primeira parte, mas, infelizmente, eles foram mais eficazes. Mas voltámos do balneário sabendo que poderíamos reverter o resultado, sabemos da nossa qualidade.
Acreditámos sempre, acreditar é uma palavra que sempre entra no balneário. Vamos sempre ao limite, o futsal é sempre no limite, no máximo. Agora é descansar, porque domingo é a final, vamos ver quem vamos defrontar”.
Gonzalo Castejón (jogador do Cartagena):
“Começar por felicitar o Sporting, que fez um grande jogo, tal como nós. Creio que na segunda parte foram melhores fisicamente. Também é verdade que jogam muito com o guarda-redes, e não creio que esse seja o futsal que queremos, com tanto guarda-redes, mas a verdade é que condicionou-nos fisica e mentalmente.
Penso que a lesão de Chemi (guarda-redes), que estava a fazer uma grande exibição, afetou-nos, eles marcaram dois golos a seguir. E depois nas grandes penalidades, como se diz, é uma lotaria. No ano passado ganhámos nós, este ano eles. Agora é levantar a cabeça e lutar pelo terceiro lugar”.
