Paulinho Roxo (treinador do Benfica):
"Frente ao SC Braga (meia-final) deixámos o adversário vivo, era um jogo maior para elas do que para nós. Hoje, foi o clássico do futsal nacional, uma final da competição, com outros ingredientes, e as jogadoras mostraram-se mentalmente mais preparadas.
Faltou-nos eficácia. Com tantas oportunidades que criámos, se tivéssemos 50% de acerto, estaríamos a ganhar por três ou quatro ao intervalo. O Nun'Álvares pouco nos incomodou na primeira parte.
E, numa final, com aquelas bolas, temos de matar. Um 2-0 ou 3-0 já condiciona o jogo todo.
No lance mesmo a acabar, tivemos a ponta de sorte que não tivemos na Taça da Liga. Foi a pontinha de sorte que hoje caiu para o nosso lado. Para mim, hoje foi '50-50', este tipo de jogo pode cair para qualquer lado, mas felizmente saímos daqui com o troféu.
Um título é sempre um título, é bom porque carimba um trabalho. As pessoas, às vezes, podem questionar o trabalho, querer ter soluções para tudo, mas são os treinadores que conduzem a equipa. O Benfica não perdeu um jogo no ano nos 40 minutos. Agora, consegui carimbar esta caminhada que começou em agosto, mesmo que tenham ficado dois títulos pelo caminho".
NOTA: O treinador do Nun'Álvares, Paulo Tavares, não prestou declarações em conferência de imprensa.
