O presidente da FIFA, sob forte pressão para se demitir após o seu plano falhado de vender 21% do Mundial a um fundo privado norte-americano ligado a Donald Trump, vê-se cada vez mais isolado.
Infantino foi obrigado a abandonar a sua proposta após uma reação global negativa, com a UEFA a comprometer-se mesmo a boicotar todas as futuras competições da FIFA.
Desde então, foi acusado de chantagem pelo presidente da Federação de Futebol da Jordânia, o Príncipe Ali bin Al Hussein.
Além disso, Mattias Grafstrom, secretário-geral da organização, juntou-se a Kevin Lamour, diretor de operações, manifestando também a sua oposição ao plano.
