"O meu objetivo é fazer com que a equipa volte imediatamente aos triunfos", prometeu aquele que já orientou a Nazionale de 2018 a 2023, cinco anos marcados por um título continental (o Euro, em 2021), um fracasso importante (a não qualificação de Itália para o Mundial-2022) e uma saída repentina para assumir o cargo de selecionador da Arábia Saudita.
Deixar a Nazionale no verão de 2023 para treinar a seleção saudita foi "um pouco como perder a mulher da sua vida", confessou, admitindo um "erro". Mas o antigo treinador do Manchester City e do Inter Milão, que assinou por quatro anos, prometeu "fazer com que a equipa seja tão boa que os adeptos voltem a apaixonar-se por ela", após a ausência nas últimas três edições do Mundial.
"E então talvez os tifosi me perdoem", acrescentou o sucessor de Gennaro Gattuso, que se demitiu em abril após a derrota na final do play-off europeu do Mundial-2026.
"Acredito que há jovens jogadores talentosos em Itália. Acredito simplesmente que é preciso confiar neles e deixá-los jogar", afirmou Mancini, de 61 anos, prometendo uma equipa com "mentalidade ofensiva".
Roberto Mancini será posto à prova no seu grande regresso ao comando de Itália, a 25 de setembro, em Roma, frente à Bélgica, na Liga das Nações. Antes de defrontar a Turquia a 28 de setembro, e depois os Bleus de Zinédine Zidane a 2 de outubro no Estádio de França.
"Serão jogos importantes. Vamos perceber de imediato os nossos pontos fortes e as áreas em que teremos de melhorar", concluiu.
