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Após a visita a Alvalade, para defrontar o Sporting, na qual os minhotos perdiam por 3-0 ao intervalo e acabaram o encontro com uma derrota pela margem mínima (3-2), o técnico lembrou que a primeira parte do embate da segunda ronda “não se coaduna com os valores” da equipa.
“Vai haver alterações na equipa. Como tive oportunidade de dizer no final do jogo com o Sporting, a primeira parte não se coaduna com os nossos valores, mas, na segunda, a equipa deu uma excelente resposta. Não teve a ver com as substituições. Teve a ver com uma mudança de atitude. Contudo, para o próximo jogo, vamos fazer alterações”, disse, na conferência de antevisão ao desafio.

À espera de ver a equipa vimaranense dar sequência à exibição com o Arouca, pese a derrota por 0-1, e à segunda parte diante dos leões, o timoneiro perspetivou “mais um jogo difícil”, frente ao clube que representou nas três épocas anteriores, daí reconhecer que o jogo é especial.
“Foi um clube que representei durante três anos. Foram três anos de sucesso e de uma história bonita. Enquanto treinador, ainda mais especial é representar o Vitória no Estádio D. Afonso Henriques. Será um jogo duplamente especial para mim, mas só até ao árbitro apitar. Depois, o nosso foco é totalmente a vitória para o Vitória”, frisou.
Com quatro pontos após duas jornadas, a equipa madeirense, agora treinada por João Gião, apresenta mecanismos semelhantes a defender, com uma retaguarda de cinco jogadores, mas já exibe outras ideias no ataque, ao variar entre os sistemas táticos 3-4-3 e 4-2-3-1.

Tiago Margarido confirmou também que o defesa-central Yeimar Mosquera continua indisponível para domingo, uma vez que o Vitória ainda espera o “documento de registo criminal que tem de vir de Inglaterra”, já “pedido há bastante tempo”, para validar a inscrição do colombiano, de 21 anos, ex-Aston Villa.
Já o mais recente reforço oficializado pelos vitorianos, o extremo Victor Andersson, oriundo do AIK, da Suécia, atua “maioritariamente sobre o lado esquerdo”, é “muito forte no um contra um” e “gosta de ir para cima do adversário”, salientou o treinador portuense.
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“É o chamado abre-latas. É um jogador que também remata. É um jogador que vai acrescentar imprevisibilidade ao nosso jogo, principalmente contra blocos mais fechados. Vai ajudar-nos muito nesse sentido”, disse, a propósito do atacante de 21 anos.
O técnico confirmou ainda que, além de um ponta de lança, o plantel poderá receber mais jogadores até ao fecho do mercado de transferências e que também poderá haver mais saídas.
O Vitória SC, 16.º classificado da Liga, sem pontos, recebe o Nacional, quinto, com quatro, em partida marcada para domingo, às 15:30, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, com arbitragem de Pedro Ramalho, da associação de Évora.
