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Onze titular próximo do que irá entrar no Mundial: "É o primeiro jogo para sete dos nossos jogadores. É o último jogo de preparação. O foco é individual, tentar recuperar e dar minutos aos jogadores que precisam. O objetivo é levar os jogadores ao avião para Miami preparados para o Mundial. Queremos ganhar. Contra o Chile, controlámos a primeira parte. Depois, com o vermelho, tivemos um bom resultado, mas há aspetos que precisamos de melhorar.
A Nigéria tem pontos fortes que a RD Congo também tem. É uma equipa africana diferente, com flexibilidade tática, mas exigente. É um teste para preparar o grupo. São muitos jogos que não trabalhamos com um 11 inicial. A força de Portugal é o compromisso de todos. A ideia é fazer 11 substituições, o Diogo Costa jogar 90 minutos e tentar que todos tenham minutos".
Estilo de jogo de Portugal: "É muito fácil identificar o estilo de Portugal. É um grupo de jogadores com talento, com disciplina dentro desse talento para ganhar jogos. Os números estão aí. Temos compromisso para defender rápido, com linhas subidas, e esse é o nosso estilo. Outro aspeto é o aspeto tático, essa é a estratégia do jogo para ter vantagem sobre o adversário. Já disse que a nossa ideia é ter flexibilidade tática para utilizar o talento individual na estrutura da equipa. É difícil que pessoas que não têm conhecimento de futebol falem do estilo tático, mas é muito fácil e está definido".
Possível último jogo de Ronaldo em solo português: "O nosso capitão é um exemplo para o dia-a-dia. Dá tudo para melhorar e ajudar a seleção. O capitão, e todos os jogadores da seleção, não pensa no futuro. No futebol há lesões, há decisões que não estão nas nossas mãos. O foco é treinar hoje, ser o melhor, executar os conceitos, mostrar orgulho por mostrar a camisola de Portugal. O único objetivo dele é utilizar o dia de amanhã para melhorar".

Preparação da equipa: "Não falo de fim de época, mas um princípio de época. Os jogadores que estiveram no último jogo da época, a 30 de maio, estão preparados. Dentro do Mundial, há dois Mundiais. São três jogos e acho que estamos preparados. No Mundial, precisas de melhorar muito ao longo desses jogos, é preciso resiliência e melhorar individualmente. Aqui podemos pensar no segundo Mundial, mas estamos prontos. Vamos jogar em frente aos nossos adeptos, no Dia de Portugal. O jogo no Jamor ajudou o aspeto psicológico e esperamos que amanhã (quarta-feira) seja um passo nessa preparação".
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João Cancelo: "Todos os que jogaram mais de 45 minutos recuperaram muito bem. A ideia era o Cancelo ter mais de 45 minutos, o seu estilo de jogo e capacidade física permitem isso. O mesmo é válido para o Bruno Fernandes e o Rúben Dias. Há jogadores que precisam disso. Amanhã temos a limitação do Rafael Leão, que não está apto (encontra-se castigado). Na baliza, o Diogo Costa vai jogar 90 minutos, é o guarda-redes número um, é uma posição que precisa dessa clareza. Amanhã será um jogo com muitos jogadores, mas com intensidade".
Análise às seleções africanas e asiáticas do grupo: "É uma mistura importante. Falamos de uma equipa asiática (Uzbequistão) com um treinador europeu, com muita experiência em Mundiais. É uma equipa com clareza tática. O resto é uma mistura. Não sabemos como é que uma equipa que nunca participou num Mundial pode estar num jogo. Já tive a experiência de jogar com o Panamá, em 2018. Há um aspeto inesperado.
Com o Chile há o aspeto emocional e a intensidade parecidos à Colômbia. São equipas que arriscam. A Nigéria é muito diferente da RD Congo, mas também tem aspetos semelhantes, explora as costas da linha defensiva constamente. Nos quatro adversários (da preparação) tivemos tudo o que precisávamos para preparar os jogos da fase de grupos".
Primeiro estrangeiro a ser campeão do mundo noutra seleção: "É um desafio que adoro, é fantástico. A minha carreira está cheia de desafios assim. É um momento especial para fazer algo que nunca foi feito, que é o que queremos fazer com Portugal".
Palavras de Proença e favoritismo: "O presidente tem a sua opinião e eu respeito. Para mim há um Mundial que tem três jogos, mais nada. É chato, mas é a realidade. O foco são os três jogos (da fase de grupos). A ideia é ganhar oito jogos, seja nos 90 minutos, 120 ou penáltis. O que podemos controlar é a atitude, mostrar o nosso talento e arriscar. Ter a personalidade que tivemos na Liga das Nações".
Problemas com o Mundial nos EUA: "Não (preocupa) porque estamos a falar do Mundial. É o meu terceiro e aconteceu o mesmo em todos os Mundiais. É a maior competição do mundo e esses aspetos fazem parte do que significa estar num Mundial. Posso dizer que não dei por nada. Preparámos o treino, tivemos a presença do Presidente da República e fechámos as portas. Estamos focados no que temos de trabalhar, mais nada".
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Nigéria: "Gosto muito das ideias do treinador da Nigéria. É uma equipa flexivel taticamente, joga com losango, com alas, dois avançados e utiliza muito bem as suas valências. Tem avançados muito rápidos, fortes, com estilo diferente do Chile. É importante trabalhar nisso. Com o Chile foi melhor ganhar 2-1 do que 2-0, é bom para melhorar. Amanhã vamos tentar ganhar, abrir a competitividade entre os jogadores e, ao fim do jogo, celebrar com os adeptos o último jogo de preparação para o Mundial".
Ricardo Velho: "É uma equilíbrio entre o que os jogadores precisam. Era importante que o José Sá e o Rui Silva tivessem minutos. Era importante recuperar o Diogo Costa. O Ricardo Velho está a trabalhar muito bem, todos respeitam muito o que dá à seleção, mas é importante que um guarda-redes jogue 90 minutos antes de um jogo. Para o Diogo Costa é perfeito. É o começo de uma nova época, é o que eu sinto. O Diogo desligou, começa a nova época e faz sentido fazer 90 minutos".

Análise à Nigéria: "Os jogadores da Nigéria tem qualidades que serão importantes para a equipa. É uma equipa competitiva, gostei muito de ver o jogo com a Polónia. Espero um jogo competitivo, com jogadores experientes e competitivos, que conheço muito bem".
Mundial-2026
O Campeonato do Mundo de 2026 será realizado de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México. O torneio contará com 48 seleções nacionais e será disputado em 16 estádios modernos.
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