Inglaterra
Daily Mail: "George Russell consegue voltar a vislumbrar o grande prémio no horizonte — o título mundial por que tanto anseia. É certo que ainda é preciso usar binóculos para o ver com clareza, mas já não está fora do seu alcance. Foi uma das melhores exibições da carreira de Russell."
The Guardian: "George Russell deixa claro que ainda está muito longe de se deixar adormecer tranquilamente. Tem muito terreno para recuperar e já não restam muitas corridas, mas este triunfo foi precisamente o impulso de que precisava para se manter, pelo menos, ao alcance do título de Fórmula 1."
The Telegraph: "A vitória dominante de Russell é simultaneamente um lembrete daquilo de que é capaz e uma indicação do que poderia ter acontecido se tivesse encontrado esta forma mais cedo. A verdade é que terá de repetir esta prestação até ao final da temporada para conservar sequer uma hipótese mínima — a menos que Antonelli sofra um colapso catastrófico."
Itália
Gazzetta dello Sport: "Pontos de ouro para Kimi. Antonelli aposta numa recuperação limpa e inteligente, sem correr riscos. No seu fim de semana de corrida mais difícil do ano, conquista o quinto lugar e mantém a diferença para Russell nos 66 pontos.»
Corriere dello Sport: "O trunfo de Russell. Fim de semana perfeito para o inglês, com a corrida a ser oxigénio puro para a sua temporada. Mas Kimi limita os danos."
Corriere della Sera: "A segurança acima de tudo: o mais importante era levar o carro até à meta. Em Monza, Antonelli tinha encantado o mundo com a recuperação do século; em Baku, não era dia para tentar feitos heroicos e imprudentes. Kimi nunca teve ali o ritmo de Russell. Porquê arriscar? Os campeonatos também se ganham com cálculo."
França
L'Equipe: "Fim de semana perfeito para George Russell. Liderou a corrida inteira e também estabeleceu a volta mais rápida — ainda assim, não foi uma vitória fácil nem de pouca monta. Durante a tensa fase final, provou que a sua força mental não vacila."
Suíça
Blick: «É assim que se torna campeão do mundo: para Antonelli, a difícil minimização dos danos resulta. Russell ainda está a 66 pontos do seu companheiro de equipa. Será que 66 pontos dão mesmo início a uma nova vida, como cantava Udo Jürgens há quase 50 anos?"
