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Fórmula 1: Christian Horner abre a caixa de Pandora da Red Bull

Christian Horner, antigo chefe da Red Bull
Christian Horner, antigo chefe da Red BullRUDY CAREZZEVOLI / GETTY IMAGES EUROPE / GETTY IMAGES VIA AFP

O ex-chefe da escuderia de bebidas energéticas não hesitou em expor os podres da equipa no seu livro "Drive", que será publicado no próximo dia 22 de outubro.

A relação entre a Red Bull e Christian Horner (52) terminou da pior forma possível e agora o britânico decidiu revelar aquilo de que não gostou ao longo da sua longa passagem pela equipa de Fórmula 1 mais bem-sucedida dos últimos anos.

Num dos capítulos, centra-se na figura do veterano consultor Helmut Marko, que, nos seus últimos tempos na escuderia austríaca, considerou "um aliado cada vez menos fiável".

"O Helmut informava regularmente o Dietrich sobre a evolução da equipa, e eu suspeitava de que atribuía a si próprio o mérito de todos os avanços positivos, enquanto culpava outros pelos contratempos. A sua relação com os meios de comunicação social também era particularmente frustrante, pois mostrava-se demasiado disponível para partilhar informação interna com as plataformas de que mais gostava", relata.

Também não escapa à ira de Horner o atual diretor de design da Aston Martin, Adrian Newey.

"Sempre o apoiei e parti do princípio de que ele também me apoiava. Mas, ao primeiro sinal de adversidade, o Adrian quis abandonar o barco", afirma.

"Partia do princípio de que o Adrian seria sincero comigo, sobretudo tendo em conta que tínhamos trabalhado juntos durante quase vinte anos", acrescenta.

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