"O Max está no centro do projeto. Está connosco em todos os assuntos. Participa em todas as nossas decisões estratégicas para o futuro", afirmou Laurent Mekies à AFP, à margem do Grande Prémio de França "histórico" no circuito Paul-Ricard do Castellet (Var), três dias de corridas com antigas e atuais estrelas da F1 em monolugares das décadas de 1970 a 2000.
Verstappen, coroado por quatro vezes (2021-2024) com a Red Bull, esteve perto de conquistar o título pela quinta vez no ano passado, mas está a atravessar um início de temporada complicado.
O piloto está frontalmente contra o novo regulamento dos motores, que são 50% elétricos e 50% térmicos, queixa-se do carro impossível de conduzir, ameaçou várias vezes abandonar a Fórmula 1 e tem participado em várias provas de resistência de GT.
O GP de Miami, no início de maio, em que foram feitos alguns "ajustes" na energia elétrica, devolveu-lhe alguma satisfação e terminou em 5.º lugar.
Verstappen "estava tão frustrado como nós com a falta de desempenho do carro nas três primeiras corridas e com a complexidade inicial dos regulamentos de 2026. Ele deixou isso bem claro", recordou Laurent Mekies.
Mas "acabámos de celebrar os dez anos do Max na Oracle Red Bull Racing. Enquanto conseguirmos, como a equipa tem feito ano após ano, dar-lhe um carro rápido, verão o Max sorrir", garantiu o diretor da equipa sediada em Inglaterra, do grupo austríaco e tailandês Red Bull.
"O resto (...) faz parte do ruído habitual na Fórmula 1 e muda consoante o fim de semana corre bem ou mal", concluiu Mekies.
