“Todas as embarcações da eliminatória passaram para a respetiva semifinal. E no caso das semifinais, temos duas embarcações na final A e uma na final B. É óbvio que o ideal teria sido o pleno, mas, infelizmente, não foi possível”, resumiu.
Destaque para o K4 500 de Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha, que, na sexta-feira, vai lutar por revalidar o título de campeão do mundo, bem como, na paracanoagem, para Alex Santos, que vai tentar novo Top 5 em KL1 200.
“Há cinco ou seis barcos que podem perfeitamente ganhar a final do k4, onde tudo se decide por milésimas. Estão dentro desse leque muito restrito de potencias mundiais. Há situações que vão influenciar o resultado final, como o vento. Dão-se bem com ele pelas costas, mas de frente, como tem acontecido, já não está de acordo com as suas características de atletas rápidos. Trabalharam muito, estarão na luta e, mais do que ninguém, querem ser bem-sucedidos”, vincou.
A única tripulação a falhar o objetivo, foi a C2 500 de Beatriz Fernandes e Inês Penetra, somente sétima na sua meia-final e, com isso, relegada para a final B, entre o 10.º e 18.º, quando em 2025 tinham sido nonas.
“Não conseguiram esse objetivo, mas estarão na final B, a disputar os primeiros lugares, o que também é importante, pois dá pontos para o ranking de apuramento olímpico”, completou.
Beatriz Fernandes assumiu que a prova da C2 500 “não correu de feição”, revelando estar “cansada” na parte final, na qual a dupla com Inês Penetra começou a perder lugares.
“Na final B, espero que possamos provar que era na outra final que merecíamos estar”, sentenciou.
Alex Santos brincou com a “tempestade e tsunami” que teve de enfrentar na canoagem adaptada, com o vento contra que se fez sentir com alguma intensidade, mas sublinhou a “determinação” em tentar repetir o quinto lugar de 2025, o seu melhor resultado em mundiais, para assim “dar mais um passo rumo aos Jogos Paralímpicos de Los Angeles2028”.
