“Durante os anos todos que fiz -70 kg estava sempre muito leve e, parecendo que não, esse aspeto físico acabava por me afetar imenso nos combates”, explicou à agência Lusa a judoca da Universidade Lusófona.
Em Baku, na Arena Nacional de Ginástica, Crisóstomo, de 24 anos, prepara-se para competir na quarta-feira nos segundos Mundiais da sua carreira, três anos depois de ter estado em Doha2023, então a lutar em -70 kg.
A judoca, que representa a Universidade Lusófona, entra em prova como 82.ª do ranking mundial e é a 40.ª entre 48 inscritas no peso médio feminino, estreando-se diante da australiana Saya Middleton (57.ª do mundo).
Será a primeira vez que as duas judocas se defrontam, mas Joana Crisóstomo encara os Mundiais com espírito positivo, sem querer fazer promessas ou ter pressão em cima dos ombros.
“A preparação está a ser feita, está a ser extraordinária, estamo-nos a preparar muito bem e é andar para a frente, não prometendo um grande resultado, não indo com essa pressão. Andar para a frente no quadro, disputar bons combates, ter muitas vitórias e tudo o que vier daí é ótimo”, disse.
Certo, para a judoca, é a aposta que agora faz numa categoria mais leve, que, considera, a pode deixar mais próxima dos patamares das suas oponentes.
Os Mundiais de judo, que tiveram início no domingo, terão ainda cinco judocas portugueses em ação, com Joana Crisóstomo a competir na quarta-feira na Arena Nacional de Ginástica de Baku, seguida de Taís Pina (-70 kg), na quinta-feira, Patrícia Sampaio (-78 kg) e Jorge Fonseca (-100 kg), ambos na sexta-feira, e Rochele Nunes (+78 kg), no sábado.
