"Vim para este Mundial. Agora estarei livre para escolher o melhor projeto para o futuro", declarou Hervé Renard à AFP, sem especificar se a federação tunisina lhe pediu para prolongar o contrato. "Veremos isso um pouco mais tarde", respondeu.
Contactado esta sexta-feira pela AFP, um responsável da federação tunisina indicou que a continuidade ou não de Hervé Renard "à frente da seleção nacional tunisina (será) discutida" nos próximos dias.
"Vamos precisar de tempo para avaliar os resultados do Mundial, o que poderá demorar entre duas a três semanas. Durante esse período, tomaremos uma decisão em relação ao selecionador", precisou a mesma fonte.
"Fui muito bem recebido num contexto muito difícil. Tinha consciência da dificuldade da tarefa. Mas aprende-se mesmo nestas situações difíceis de gerir. Foi uma experiência muito bonita", acrescentou Hervé Renard à AFP.
Há dez dias, após a pesada derrota frente à Suécia (5-1) no primeiro jogo da Tunísia no Mundial, o então selecionador Sabri Lamouchi foi afastado das funções e substituído para o resto do torneio por Hervé Renard, que orientou os dois jogos seguintes. Sem conseguir inverter o rumo: derrota por 4-0 frente ao Japão e depois 3-1 na quarta-feira diante dos Países Baixos.
