"É extremamente urgente, conto resolver tudo isto dentro de uma semana", declarou o Malago no final do seu primeiro conselho federal à frente da FIGC.
O novo presidente, eleito a 22 de junho com 68,6% dos votos, assegurou que "não falou ao telefone, nem contactou até agora ninguém".
"Impus-me como regra que isso só acontecerá depois de resolvida a questão do DTN (...) Para este cargo, não posso dizer-vos se estou perto ou longe, mas estou a trabalhar muito nisso. Li muitos nomes, um mais do que os outros. Não posso nem confirmar nem desmentir", acrescentou.
Segundo a imprensa italiana, Malago, antigo presidente do comité olímpico italiano e do comité organizador dos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina-2026, pretende entregar a direção técnica do futebol italiano a Paolo Maldini, antiga glória do AC Milan e de Itália.
Para o cargo de selecionador, o nome de Antonio Conte, que rescindiu contrato com o Nápoles após duas épocas, surge com insistência. Conte já desempenhou esta função entre 2014 e 2016.
A hipótese de outro antigo selecionador da Nazionale, Roberto Mancini, parece ter sido descartada. Apesar de ter dado à Itália o seu último título, no Euro-2021, uma parte do conselho federal não digeriu a sua saída repentina no verão de 2023 para assumir o comando da Arábia Saudita.
A Itália, afastada do seu terceiro Mundial consecutivo, atravessa uma crise sem precedentes desde a derrota no final de março na final do play-off europeu para o Mundial 2026 frente à Bósnia-Herzegovina. De seguida, o seu selecionador Gennaro Gattuso demitiu-se, tal como o diretor-geral da seleção Gianluigi Buffon, antes de o presidente da FIGC, Gabriele Gravina, pressionado a sair, fazer o mesmo.
O próximo jogo da Azzurra, à partida já com o novo selecionador, está agendado para 25 de setembro em Roma, frente à Bélgica, no âmbito da Liga das Nações.
