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Os encarnados venciam por 17-13, ao intervalo, e chegaram a ter uma vantagem de 14 pontos, aos 80+1 minutos, mas consentiram dois ensaios transformados nos descontos de tempo, que cancelaram os festejos, no Estádio Universitário de Lisboa, na penúltima ronda.
O clube da Luz, que se sagrou campeão, pela última vez, em 2001, pode, no entanto, celebrar no domingo, caso o Cascais não vença na visita ao Belenenses ou, pelo menos, não o consiga fazer com ponto de bónus ofensivo.
Na Divisão de Honra, principal escalão competitivo português, o clube que vença um jogo marcando pelo menos quatro ensaios e mantendo uma diferença positiva de pelo menos três, em relação ao adversário, soma um ponto de bónus ofensivo aos quatro pontos da vitória.
Após o encontro deste sábado, o Benfica lidera a fase de apuramento do campeão com 34 pontos (nove jogos), mais 10 do que o Cascais (oito jogos) e mais seis do que o Direito, que, apesar de bonificar frente ao São Miguel (43-24), nesta jornada, ficou fora da corrida com 28 pontos (nove jogos).
Se o Cascais vencer com ponto de bónus em Belém e o Benfica não for campeão no ‘sofá’, a última jornada terá, então, uma espécie de final, uma vez que o clube da Luz visita o Cascais.
Nesse caso, a equipa da Linha precisa de voltar a vencer com ponto de bónus ofensivo e não consentir um ponto de bónus defensivo às águias para festejar, ela mesma, o título que lhe escapa há ainda mais tempo que aos encarnados, desde 1996.
Em caso de derrota, uma equipa pode, ainda assim, conquistar um ponto de bónus defensivo se a diferença no marcador for igual ou inferior a sete pontos.
Ou seja, se tiver de discutir o título na visita ao Cascais, o Benfica até pode perder, desde que não o faça por uma diferença de sete ou mais pontos.
