Recorde aqui as incidências do encontro
“Foi uma derrota dura. As condições estavam difíceis no início, com o vento e tudo. Não consegui encontrar logo um bom ritmo, tentei lutar e ficar no encontro. Devia ter feito um pouco melhor no início do terceiro set, mas o encontro escapou-me e ele conseguiu fazer melhor”, começou por avaliar.
A despedida no pó de tijolo do Clube de Ténis do Estoril ficou consumada ao cabo de três sets frente ao argentino Roman Andrés Burruchaga, que assegurou a passagem à segunda ronda pelos parciais de 6-4, 4-6 e 6-3.
“Nenhum competidor gosta de perder. Mas, no final, eu ponho as coisas em perspetiva. Ter a oportunidade de estar aqui, com tantos fãs incríveis, e com um grande apoio, é o melhor adeus que posso ter para a terra batida. Para mim, isso é o mais importante: receber tanto amor, tanto apoio, ver tantas crianças aqui, foi incrível”, frisou, antes de retribuir o carinho dando autógrafos e fazendo fotografias com os fãs.
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Apesar de se confessar “desiludido” com o resultado, o campeão de três torneios do Grand Slam e antigo número três mundial diz ser necessário “apreciar as coisas certas”.
“E receber tanto apoio do torneio acho que é incrível, estou muito agradecido por isso. E é isso que vou guardar desta semana”, sublinhou.
Depois de ter conquistado o título em 2013, no Jamor, onde viveu “uma semana incrível”, Stan Wawrinka tentou “voltar algumas vezes, mas nunca foi fácil, com o calendário e as lesões” ao longo da carreira.
“Agora, com a mudança da semana (data do torneio), depois de Gstaad, fazia sentido no meu calendário. Então, eu queria voltar aqui. O torneio é ótimo, o diretor do torneio, todas as pessoas que fazem a organização, estão a fazer um trabalho incrível. Podíamos ver hoje a quantidade de fãs que estavam cá. É um ambiente incrível para jogar ténis, para mim o melhor ambiente para jogar”, elogiou na despedida.
