“No papel, somos a equipa favorita e o nosso objetivo passa por ganhar. Para isso, vamos com a equipa mais forte que temos”, assumiu o selecionador nacional, Rui Machado, citado pelos meios de comunicação oficiais da FPT.
Portugal, 38.º classificado da hierarquia da Taça Davis, visitará El Salvador, 56.º em 19 e 20 de setembro, em Santa Tecla, visando o regresso ao play-off do Grupo I da mais importante prova masculina por equipas em 2027.
“A prioridade é que os jogadores consigam adaptar-se o melhor possível, porque temos noção de que vamos encontrar um clima diferente do nosso e isso requer adaptação, o que é sempre difícil. A ideia é irmos com tempo de antecedência para nos prepararmos e trazer a vitória para casa”, vincou.
Depois da despromoção ao Grupo II, com uma derrota na China (3-1), em fevereiro, Portugal voltou a apostar no quarteto luso mais bem cotado do ranking, no qual Nuno Borges é 47.º e número um nacional em singulares, à frente de Jaime Faria, 79.º, e Henrique Rocha, 126.º, enquanto Francisco Cabral é 29.º em pares.
“Levamos quatro jogadores, que já nos habituaram a um grande nível, tanto nas suas carreiras, como na Taça Davis. Por isso, temos uma boa equipa, não só para agora, mas para o futuro”, reconheceu Rui Machado.
El Salvador vem de um triunfo sobre o Benim (3-1) e tem Carlos Fuentes Vásquez (2168.º) como jogador mais bem posicionado em singulares, ao passo que Marcelo Arévalo é sexto em pares, cuja categoria liderou em 2024, e perdeu na semana passada a final do Masters 1.000 de Montreal, no Canadá.
Portugal disputou por cinco vezes a subida ao escalão principal da Taça Davis (1994, 2017, 2019, 2023 e 2024), mas nunca teve sucesso.
