Recorde as incidências da partida
E como a ocasião merecia, as bancadas estavam completamente cheias. O público prestou uma grande receção às irmãs que conquistaram juntas 14 títulos do Grand Slam e três medalhas de ouro olímpicas, entre ovações e longos aplausos.
As Williams, ambas já na casa dos quarenta, defrontaram na quente e húmida noite do meio-oeste norte-americano duas jogadoras bem mais jovens: a norte-americana Peyton Stearns e a ucraniana Marta Kostyuk, ambas com 24 anos.
Apesar da derrota em três sets, por 6-2, 1-6, 10-8, honraram a sua lenda e ainda aumentaram o suspense no final do encontro, reduzindo a desvantagem ao passar de 2-8 para 8-9 no super tie-break.
A mão da ucraniana Kostyuk tremia um pouco perante o que estava em jogo: "Cometi duas duplas faltas seguidas", brincou depois do encontro.
"Cresci a vê-las jogar!"
"Estava em modo uau!, que experiência estar no court à frente delas. Cresci a vê-las jogar!", afirmou a ucraniana. "Por momentos, não se ouvia nada tal era o barulho feito pelo público", referiu.
Em tom de brincadeira, Stearns acrescentou: "Talvez na próxima ronda o público faça um pouco mais de barulho por nós!".
As Williams deviam disputar o par feminino em Wimbledon, no início do verão, mas tiveram de desistir devido a uma lesão no joelho direito de Serena, que soma 23 títulos do Grand Slam em singulares na sua imensa carreira.
O seu último encontro juntas remontava ao US Open 2022, quando perderam frente às checas Lucie Hradecka e Linda Noskova.
