Para resolver esse problema e aproximar os fãs da realidade dos atletas, a ATP (masculina) e a WTA (feminina) contam com um ótimo recurso em seus portais: áudios gravados pelos próprios tenistas ensinando a falar seus nomes.
Ao aceder ao perfil oficial de qualquer atleta no site oficial das entidades, os adeptos encontram um pequeno ícone ao lado do nome do jogador. Ao clicar nele, o utilizador escuta uma gravação de voz curta do atleta a dizer o nome e apelidona língua nativa.

Como soam nomes "estranhos" do circuito?
Esse áudio de voz ajuda a desmistificar sotaques e fonéticas que muitas vezes são ocidentalizadas ou lidas de forma errada pelas transmissões internacionais. O recurso mostra, por exemplo, sutilezas que passam batidas no dia a dia.
A estrela polaca Iga Switek, por exemplo, pronuncia so apelido de uma forma que soa mais próxima a "Shvee-on-tek" (com um som nasalizado no "a"), bem diferente do "Sviátek" comumente ouvido. A número 2 do mundo, Elena Rybakina, chama-se "Ribákina".

Já o apelido de Jakub Mensik, carrasco de João Fonseca em Roland Garros, é lido "Men-shík”.
E a gloriosa Chwalinska, primeira qualifier a chegar à final do Grand Slam francês? Segundo a própria, o "ch” de seu nome soa suave – algo como "Hualinska".
