Profissional desde 2002, o jogador do cantão de Vaud, entretanto caído para o 151.º lugar do ranking mundial, deixa o circuito com 16 títulos conquistados, entre eles o Open da Austrália e o Masters 1000 de Monte Carlo, em 2014, Roland Garros, em 2015, e o US Open, em 2016.
Campeão olímpico de pares nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, ao lado do ilustre compatriota Roger Federer, Wawrinka também conquistou a Taça Davis, em 2014.
Assim como o britânico Andy Murray, antigo número um mundial e também tricampeão de torneios do Grand Slam, foi um dos poucos jogadores a conseguir contestar o domínio quase absoluto de Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic nos torneios do Grand Slam.
Wawrinka é também um dos únicos três jogadores que derrotaram Federer, Nadal, Djokovic e Murray num dos quatro grandes torneios do ténis mundial.
O suíço já tinha sido homenageado na segunda-feira, em Basileia, durante uma cerimónia que contou com a presença da antiga número um mundial Martina Hingis. É o terceiro antigo membro do top 10 a retirar-se em poucas semanas, depois do japonês Kei Nishikori e do francês Gaël Monfils.
Na última temporada no circuito, Wawrinka destacou-se ao chegar à terceira ronda do Open da Austrália, em janeiro, e ao regressar brevemente ao top 100 mundial no final do inverno.
Desde que completou 40 anos, em março de 2025, o tenista de Lausana ganhou 12 encontros no circuito principal, um recorde desde a criação do circuito ATP, em 1990.
Vencedor do seu último título ATP em Genebra, em 2017, o destro de temível revés a uma mão sofreu depois várias lesões e foi submetido, nomeadamente, a duas operações ao joelho esquerdo e a duas no pé esquerdo.
