Centro de dados do Safiullin-Alcaraz
O atual campeão, que derrotou o russo Roman Safiullin com um triplo 6-4, reiterou que o seu grande objetivo em Nova Iorque é competir normalmente após quatro meses parado e considerou uma "grande surpresa" a derrota de Novak Djokovic.
- O que lhe passou pela cabeça no regresso?
Tentei aproveitar ao máximo e não pensar em mais nada. Mas é fácil dizê-lo e difícil fazê-lo. Assim que entras no court, disputas um encontro oficial e, obviamente, queres vencer. Não sabes o que vai acontecer no jogo, depois de quase quatro meses e meio, com o teu corpo, com a tua cabeça, com tudo. É completamente diferente. (...) O meu corpo sentiu-se ótimo.
- Que sentimentos teve ao entrar no court?
Foi um dia difícil para mim, mas ao mesmo tempo muito bonito. Comecei o dia mais nervoso do que o habitual, mas estava feliz, porque para mim o objetivo aqui é competir, desfrutar e ver como o meu corpo vai reagir depois dos encontros. Não sei até onde vou chegar no torneio. Não sabia se ia perder este encontro, se ia passar à segunda ronda, à final... Não sei até onde vou chegar.
"Não tenho qualquer dor"
- Está completamente livre de dores no pulso?
Sim, neste momento não tenho qualquer dor. Não sei como se viu de fora, mas a minha sensação era de que estava a bater normalmente, a jogar bastante normal, ao meu estilo.
- Pode dar mais detalhes sobre como sentiu a lesão?
Só senti algo no pulso. Sabia em que ponto, mas nada mais. Foi mais grave do que pensámos no início.
- Novak Djokovic foi eliminado e estava na sua parte do quadro. Viu o encontro?
Vi o quinto set. Foi a primeira vez que o Novak perdeu na primeira ronda neste torneio, por isso é uma grande surpresa. Mas em cada Grand Slam é muito difícil ultrapassar cada ronda (...) Ele estava na minha parte do quadro, mas nas meias-finais. Para mim, as meias-finais ainda estão muito longe. Tento ir ronda a ronda.
