Reveja aqui as principais incidências da partida
Pegula esteve taco a taco com Sabalenka nos primeiros momentos no Arthur Ashe Stadium, mas assim que a bielorrussa encontrou o seu ritmo, pouco havia a fazer para travar o ímpeto.
"Ela jogou de forma incrível. Jogou a um nível altíssimo". disse Pegula, cuja vitória sobre Sabalenka em relva, em junho, incluiu um 6-0 no terceiro set: "Se calhar foi por isso que ela ficou tão chateada comigo".
A vitória de Sabalenka garantiu-lhe a presença na quarta final consecutiva do US Open e na oitava final seguida de um Grand Slam em piso rápido, um recorde na Era Open, desde o Open da Austrália de 2023. A derrota deixa Pegula ainda à procura do seu primeiro título de Grand Slam. É a única das quatro semifinalistas que ainda não conquistou um major.
Depois de perder para Sabalenka no US Open três anos seguidos, Pegula brincou dizendo que ela e a sua equipa chegaram a pedir ao grupo de Sabalenka para não serem tão implacáveis com elas.
"Nós até perguntámos: gostas de nós? Somos boas pessoas. Até somos simpáticas convosco. Achas que, talvez, um dia ela podia não estar tão inspirada, para eu ter uma oportunidade?", disse.

Com Sabalenka num momento de forma tão devastador, Pegula afirmou que pouco poderia ter feito para alterar o desfecho.
"Sinceramente, não estou assim tão desiludida, porque acho mesmo que não havia muito que pudesse fazer hoje", disse a jogadora de 32 anos: "Dei o meu melhor. Acho que nem joguei mal."
Sabalenka, que vai ceder o estatuto de número um mundial a Elena Rybakina na segunda-feira, somou 29 winners, sete ases e encontrou as linhas de forma consistente sempre que a norte-americana tentava assumir o controlo.
"Sinceramente, não sei se ela falhou um único backhand durante todo o encontro", disse Pegula: "Gostava mesmo de confirmar."
